domingo, 9 de maio de 2010

A origem do dia das mães.

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.


Ana Jarvis



Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.


Texto compilado das seguintes fontes

- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site

- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 199

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Lição 6 A soberania e autoridade de Deus

Leitura Bíblica em Classe
Jeremias 18. 1-10


Introdução
I. A visita a casa do oleiro
II. A soberania de Deus
III. O crente e a vontade de Deus

Conclusão

A Soberania de Deus, a Eleição Divina e a Perseverança do Crente

Prezado professor, o tema na lição deste domingo é “A Soberania e a Autoridade de Deus”. Soberania, em teologia, é classificada como um atributo (ou perfeição) de Deus, inerente somente a Ele (Onipotência, Oniciência, Onipresença, Eternidade, Imutabilidade e Soberania). O termo significa “principal, chefe, supremo”. Soberania refere-se à Deus como o Ser Supremo do universo, está relacionada a poder, ou seja, Deus é o poder supremo do universo. As Escrituras revelam como Ele exerce esse poder. São nos desdobramentos escriturísticos que naturalmente a doutrina da soberania passa a ter uma perspectiva soteriológica: A Eleição Divina e a Perseverança do Crente. Esses dois assuntos, que serão tratados neste subsídio, são desenvolvidos a partir do conceito principal da soberania de Deus.

A Eleição Divina[1]

Precisamos notar as ênfases de Paulo. Uma delas é que ser filho de Deus depende da livre e soberana expressão de sua misericórdia, e não de algo que sejamos ou façamos. Paulo enfatiza a misericórdia divina que inclui os gentios juntamente com os judeus (Rm 9.24-26; 10.12). O calvinismo entende que esse trecho bíblico afirma a doutrina de uma escolha arbitrária de Deus, que não leva em conta a responsabilidade e participação humanas. Essa, porém, não é a única possibilidade. Na mesma seção bíblica (Rm 9 – 11), surgem evidências da participação e responsabilidades humanas (Rm cf. 9.30-33; 10.3-6,9-11,13,14,16; 11.20,22,23). Paulo afirma: “Deus, pois, compadece-se de quem quer e endurece a quem quer” (9.18). Diz ainda que Israel havia experimentado “o endurecimento em parte” (11.25), mas o contexto parece relacioná-lo à sua desobediência, obstinação e incredulidade (10.21; 11.20). Além disso, Paulo declara que a razão por que “Deus encerrou a todos debaixo da desobediência é “para com todos usar de misericórdia” (11.32). Portanto, não somos forçados a uma única conclusão, isto é, à eleição incondicional.

A Perseverança do Crente[2]

[...] “Jesus (Jo 10.28) está nos dizendo o que vai acontecer: as suas ovelhas não perecerão. Então, pode-se entender que a Bíblia diz que poderíamos apostatar, porém, mediante o poder de Cristo para nos conservar, isso não nos acontecerá”.
Se tal pode acontecer, por que a possiblidade existiria somente em hipótese? Erikson e a maioria dos calvinistas referem-se a Hebreus 6.9 como evidência: “Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim falamos”. Semelhante justificativa fica sendo tênue à luz de Hebreus 6.11,12: “Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança; para completa esperança; para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que, pela fé e paciência, herdam as promessas”. Continuar na fé e na prática confirma nossa esperança e herança. É realmente possível fazer uma exegese de Hebreus 10.26-31, mesmo a despeito do v. 39, de modo a concluir que se refira meramente a uma possibilidade lógica, e não real?
Prosseguindo o raciocínio, citemos a advertência de Jesus: “O amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 24.12,13). Ele diz que olhar para trás nos torna indignos do Reino (Lc 9.62) e adverte: “Lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32). Jesus diz ainda que, se a pessoa não permanecer nEle, será cortada (Jo 15.6; cf. Rm 11.17-21; 1 Co 9.27). Paulo diz que podemos ser alienados de Cristo e cair da graça (Gl 5.4); que alguns naufragaram na fé (1 Tm 1.19); que alguns abandonarão (gr. aphistêmi) a fé (1 Tm 4.1); e que “se o negarmos, também ele nos negará” (2 Tm 2.12). O escritor aos Hebreus diz que “a casa [de Deus] somos nós, se tão-somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” (3.6); que devemos cuidar para que ninguém entre nós tenha “um coração mau e infiel, para se apartar [aphistamai] do Deus vivo” (3.12); e que “nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim” (3.14).

Professor, uma das grandes tentações de pregadores ou expositores bíblicos é dar ênfase absoluta a uma determinada doutrina bíblica (inclinação para cura, seus pressupostos bíblicos se interessam apenas por cura; inclinação para escatologia, seus pressupostos tendem a uma leitura bíblica escatológica, e assim por diante). Os textos acima enfatizam bem o equilíbrio bíblico sobre o assunto “Soberania de Deus”. Nunca houve contradição entre soberania e livre-arbítrio. A história da salvação denota a ação e a eleição de Deus (por meio do Espírito Santo) na salvação do homem, mas deste, se espera a manifestação do fruto de Arrependimento e Fé.
Antes de defendermos a escola teológica A ou B, sejamos bíblicos e cristocêntricos. Veremos que na verdade a soberania de Deus não anula a responsabilidade humana na perseverança de fé em nossa peregrinação. Professor, mostre ao seu aluno a necessidade de desenvolver a perspectiva do Evangelho integral (o Evangelho todo, para o homem todo). Incentive-o a meditar em todas as passagens supracitadas acima, e ajude-os no desenvolvimento de uma leitura coerente e meditativa da Bíblia na iluminação do Espírito Santo. Boa aula!

Referência Bibliográfica

HORTON, Stanley (ed.). Teologia Sistemática, Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD.
Sugestão de Leitura para interpretação do texto Bíblico
BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica Fácil e Descomplicada. Rio de Janeiro, CPAD.

[1] Extraído da obra “Teologia Sistemática, Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD, p. 362, 3”.
[2] Ibid., p. 375, 6

segunda-feira, 3 de maio de 2010

A DEFORMA Protestante

Bom, muitas coisas na igreja moderna não estão certas e nós não temos nenhuma obrigação de fingir que estão. O que a igreja é hoje, não é o que deve ser. Não era pra ela ser um clube social, mas sim uma comunidade. Ela deve ser um lugar onde as pessoas podem achar aceitação no meio de uma vida difícil. É onde elas são desafiadas de ser mais do que são e no mesmo tempo quem eles são. É um lugar onde eles podem olhar para a pessoa ao seu lado e falar, “Vamos conseguir”. Isto é uma igreja. Não esse monstro, essa empresa eclesial que tem roubado a identidade do nosso Senhor.

Mas como chegamos aqui? Como nós chegamos a esse ponto de ver a igreja do Senhor tão desviada dos princípios fundamentais que ela nem parece com igreja mais.

Líderes.

A maioria dos problemas volta para os líderes. E sim, eu culpo os líderes. Deus culpou líderes. Jesus culpou líderes. Então, sim, eu culpo líderes. Eu me culpo.

Se a minha família se perde na estrada é a minha culpa, pois eu estou dirigindo o carro. E se a igreja se perde, o culpado é o cara no volante, o líder. Isso é o óbvio não falado, o elefante branco no meio da sala. Os líderes criando falsas doutrinas não é o único problema. Temos também o povo que segue eles. Um povo que não conhece as Escrituras e engole tudo que saí do púlpito.

A verdade é que o povo parou de pensar. Nós paramos de questionar. Nós começamos aceitar tudo que é falado como se fosse à verdade. Se saí do púlpito, então deve ser a verdade.

• “Se eu coloco meu pedido numa jarra de óleo, vou receber o que eu peço?”
• “Se eu falo com fé, vai acontecer?”
• “Deus vai me dar um dente de ouro?”
• “O Espírito Santo vai me fazer rir enquanto eu vivo pecando?”
• “Se eu dou R$10, Deus vai me dar $1.000?”
• “Se eu não dou 10%, Deus vai me amaldiçoar?”

Podemos gastar o dia inteiro aqui citando invenções de homens, mentiras, que saem dos púlpitos. O triste é que o povo paga para ouvir essas invenções sem bases bíblicas e assim a igreja se encontra num buraco bem fundo. Mas, se o povo conhece a verdade e resiste em não seguir uma mentira, a igreja não caí, pois não há perigo num falso mestre que não é seguido por ninguém. Se ninguém der ouvido a eles, nós evitamos o problema. Por isso nós temos que voltar a Palavra. Sola Escriptura.

Nossa verdade tem que ter a sua fonte na Bíblia e não nos púlpitos. Os púlpitos devem refletir o que lemos e vemos na Palavra de Deus. O problema é que nós temos sido negligentes em estudar a Palavra. Nós temos sido negligentes em cultivar um relacionamento verdadeiro com Deus. E hoje nós nos achamos aqui desesperadamente clamando por mudança, precisando mais do que nunca de uma reforma. Mas, o que faremos? Onde começamos?

Reforma começa conosco. Quer mudar a igreja? Mude você. E depois clame por sua liderança, se você não é o líder, pois as reformas sempre vieram por meio de líderes, pastores, professores, pessoas com uma voz e com certa influência. É muito difícil um leigo mudar uma igreja, ou um sistema religioso, especialmente se os líderes não acham nada de errado.

E hoje nós temos uma geração de Saul’s nos liderando; homens fazendo o que o povo quer, vivendo em prol de agradar o povo em vez de agradar a Deus.

1 Samuel 115.24; Eu pequei! - respondeu Saul. - Desobedeci às ordens de Deus, o SENHOR, e às instruções que você deu. Fiquei com medo do povo e fiz o que eles queriam.

• “Vocês querem entretenimento? Bom então. Vamos comprar o melhor equipamento que podemos: som, luzes, multimídia e pagar os músicos”.
• “Querem ser ricos? Bom então. Vamos criar doutrinas que te convença que Deus quer que você seja rico e te ensinar o que fazer para ser rico”.
• “Mulheres, não querem se submeter aos seus maridos ou a liderança masculina da igreja? Bom então. Vamos inventar cargos para vocês, pastoras, bispas, apóstolas”.

Se quisermos uma reforma, nós temos que orar. E talvez a oração hoje deva ser, “muda ou mata” . “Deus mude os líderes de hoje ou mata eles para que Davi, um homem segundo seu coração possa subir”.

Se o problema começou por meio de homens, também creio que Deus possa trazer a solução por meio de homens. Homens cheios do Espírito Santo e sabedoria. Homens que valorizam a Palavra de Deus e usa ela como a única fonte de verdade e autoridade na vida. Temos que orar por aqueles que ocupam os púlpitos, para que Deus aja no meio deles. Se não acontecer nenhuma reforma no púlpito, não terá nenhuma reforma nos bancos. Se não tem vida no púlpito, não terá vida nos bancos.

Queremos Reforma, mas como isso vai acontecer? Por meio de homens. E aqui nós vamos começar. A igreja brasileira é o que é por causa de quem está ocupando os lugares de líder. Tudo começa ali. As mentiras, as fraudes, as doutrinas e ensinos falsos, todos tem a sua fonte num líder. Então vamos analisar primeiro, o que está errado nos púlpitos hoje??? Por que estamos vivendo uma Deforma Protestante em vez de um Reforma?

Eu sei muito bem da briga que eu vou comprar hoje. Tenho pensado e segurado essa onda por um tempo já. Mas, chegou a hora da gente abordar a verdade e seja que for, vamos seguir ela.

A Reforma vem por meio de homens, não de mulheres. E aqui eu vejo um dos maiores erros na igreja moderna. Nós temos jogado a palavra de Deus fora para poder agradar mulheres que querem algo que não pertence a elas. Poder e autoridade. Me perdoe, mas esse mover de pastoras, bispas, apóstolas ou qualquer outro titulo dado a um homem que a mulher usurpou não é Bíblico! É anti-Bíblico. É um erro, uma heresia. E por favor, antes de me mandar os seus e-mails ou comentários sobre tal pastora sua que é uma benção, escute e pense bem, pois é uma heresia que está defendendo. Eu não estou falando que as mulheres não têm a capacidade de ensinar ou não tem idéias boas. Eu estou simplesmente argumentando o lado Bíblico, o lado estabelecido por Deus em relação de quem Deus ordenou para liderar a sua igreja. Então, por favor, seja paciente comigo enquanto eu tento apresentar o meu argumento em favor de uma reforma verdadeira na igreja brasileira.

Vamos primeiro considerar a Bíblia. Em dois lugares achamos uma lista de quem pode ser um pastor/ bispo/ líder na igreja:

1 Timóteo 3.12; Porém o líder deve ser um homem que ninguém possa culpar de nada, ter somente uma esposa.

Tito 1.6; Um líder deve viver uma vida da qual ninguém possa o acusar de nada. Deve ser fiel a sua esposa

Bom, eu sou gringo e português não é a minha língua natural, mas até eu consigo entender isso. “O líder deve ser um homem” e ele tem que ser ESPOSO, tendo somente uma esposa ou sendo fiel a sua esposa. Meus amigos, é incrível como nós conseguimos pegar algo tão nítido, tão simples e fazer uma ginástica teológica com ele para fazer o que queremos. As próprias qualificações dadas por Paulo a Timóteo e Tito já acabam com qualquer argumento para mulheres no papel de pastor. Ele tem que ser um homem e fiel a sua esposa. Uma mulher não pode ser um homem, nem um marido. Não é tão difícil entender isso. Mas, o que vemos hoje são mais e mais mulheres tomando algo que não pertence a elas. Nisso podemos agradecer o feminismo ou o próprio pecado que faz a mulher não querer se submeter. Mas, de qualquer jeito, é errado.

Se nós começamos na igreja já quebrando os princípios de quem pode liderar, o que esperamos? Se Deus fala para não colocar uma mulher na posição de líder e nós decidimos que sabemos mais do que Ele e quebramos uma ordem direta Dele, o que esperamos? O milagre é que Deus ainda não fulminou todos nós.


E para ser sincero, até hoje eu não conheci nenhuma pastora em todos os lugares que fui que não me deu desculpas por estar ocupando a posição de pastora. Desculpas que eu não pedi, pois não falei nada. A verdade é que cada uma delas sabem que estão erradas; algo acusa dentro delas e por isso eu sempre ouço, “Estou orando para Deus levantar um homem para liderar”. Como se isso fosse uma desculpa para continuar no erro. “Estou orando para Deus me dar um marido para que eu possa parar de transar com meu namorado”. Não faz muito sentido. E ainda que não me dessem desculpas, se ela tem uma Bíblia e o Espírito Santo na vida dela, ela sabe. Deus não está confuso e a sua Palavra não contraria a Ele mesmo.

O líder deve ser um homem e fiel a sua esposa.

Outra coisa: a palavra “pastor” é masculina. “Pastora” é uma invenção moderna que não existe na bíblia. Pode procurar o tanto que quiser, mas não vai achar a palavra “pastora” em nenhum lugar na Bíblia ou uma mulher exercendo a autoridade de pastor, nem bispo, nem apóstolo. E você não vai achar na Bíblia nenhuma esposa de pastor ganhando um titulo por estar casado com ele. Não existe o titulo de pastora. É ridículo como todo mundo procura títulos hoje. Mas sendo casada com um pastor não faz a mulher pastora assim como uma mulher casada com um professor não recebe o título de professora. Mas no meio de toda essa bagunça, deixe me enfatizar algo, a pergunta não é se uma mulher tem o valor igual ao do homem ou se pode ministrar efetivamente. A pergunta continua sendo, “Para a mulher é permitida exercer a função de pastor?” É bíblico?

Nisso temos três coisas para observar:
• Não sabemos de nenhuma pastora na época do Novo Testamento.
• Nenhuma das instruções em relação da ordem na igreja inclui instruções para pastoras.
• Uns dos textos falando de ordem na igreja proíbem mulheres de ocupar aquele lugar.

“Eu não permito que as mulheres ensinem aos homens ou tenham autoridade sobre eles.” (1 Timóteo 2.12).

Paulo não tem uma expectativa que uma mulher não pode ou nem vai ensinar.

Tito 2.3-5; Igualmente, ensine as mulheres mais velhas, a viverem de maneira que honre a Deus. Elas não devem ficar falando mal dos outros, nem serem escravas da bebida, mas ensinem o que é bom, para que as mulheres mais jovens amem seus maridos e seus filhos, e sejam equilibradas, puras, boas donas de casa, fazendo o bem, e sendo submissas aos seus maridos

2 Timóteo 1.5, 3.14-15; Me lembro da sua fé sincera, a mesma fé que esteve primeiramente em sua avó Lóide e em sua mãe Eunice e tenho certeza que a mesma fé também continua em você.... Mas continue firme no que aprendeu e foi convencido que é verdade, conhecendo quem o ensinou. Você tem sido ensinado nas santas Escrituras desde que era uma criança, e elas podem fazer você sábio para receber a salvação por meio da fé em Cristo Jesus.

O que ele fala de de maneira bem clara e fácil de entender é que a mulher não pode ensinar ou ter autoridade sobre homens. Assim, não pode ter ou trabalhar na posição de pastor, pois isso as colocaria em autoridade sobre homens. De novo, é muito difícil confundir essas palavras. Sim, eu sei, já ouvi, era cultural. Ou assim as pessoas tentam me convencer de por que podemos quebrar uma ordem tão claramente escrita na palavra de Deus. Mas, vamos nessa, vamos matar o gigante de meio metro, jogando uma pedrinha dizendo, “Não é ou era cultural”.

Paulo fala em 1 Timóteo 2.12, “Eu não permito que as mulheres ensinem aos homens ou tenham autoridade sobre eles.” Mas, por quê? Por que era da cultura deles, por que as mulheres gritavam durante os cultos interrompendo, ou talvez por que as mulheres não tinham ido para o seminário? Nenhuma dessas razões tem base na Bíblia. São invenções de homens e mulheres querendo abrir uma porta que Deus mesmo fechou. Onde que a Bíblia fala de cultura em relação de uma mulher liderando na igreja? Onde fala dessa história delas interrompendo as reuniões? Onde fala que era porque elas não eram educadas, pois Paulo não fala nada de estudos e isso teria desqualificado a maioria dos discípulos de Jesus, pois naquela época não tinham nenhum treinamento especial para quem seria líder.

Mas, por que então? Por que as mulheres não podem ser pastor? E Paulo nos responde no próximo versículo.

1 Timóteo 2.13; Pois Deus fez Adão primeiro, e depois ele fez Eva.

Paulo não fala nada de cultura, mas ele cita a ordem da criação; “Pois Deus fez Adão primeiro, e depois ele fez Eva.” Você entendeu? Quem é o líder na igreja é uma questão de ordem, hierarquia, determinado por Deus desde a criação. Deus criou o homem para liderar e a mulher para seguir e ajudar. E assim Paulo continua dando mais razões não culturais.

1 Timóteo 2.14; E não foi Adão que foi enganado pela serpente. A mulher foi enganada e pecado foi o resultado.

Adão foi criado primeiro dando ele primazia na criação, autoridade para reinar e liderar e, ainda mais, não foi ele que foi enganado pela serpente resultando em pecado. Meu amigo, isso não tem nada a ver com cultura, ou ensino, é algo histórico. Algo que desde o princípio, desde a criação existe. O homem é o líder não a mulher. E Deus fez questão quando estava formando a sua igreja primitiva de proibir uma mulher tomar o lugar do homem. “Eu não permito que as mulheres ensinem aos homens ou tenham autoridade sobre eles”.

Isso deve parecer muito louco a uma igreja desviada, mas a palavra não muda e na verdade isso não deve ser algo a discutir. O que eu não entendo é a necessidade de mulheres querendo ser homens ou ocupar o lugar dos homens. Isso começa no lugar do emprego e invade a hierarquia da igreja. As mulheres querem mandar no mundo hoje. Isso é a simples verdade. Mas Deus não as criou para serem as donas da bola, mas companheiras, parceiras dos donos. E, de novo, Paulo tem algo a dizer em vez de deixar o papel da mulher em branco.

1 Timóteo 2.15; Mas as mulheres ao invés de se preocupar com o ensino, devem preocupar com o papel dado por Deus de ser mãe, e se continuarem vivendo em fé, amor, santidade, e sendo modestas, serão salvas.

Na verdade eu acho tudo isso muito triste hoje. As mulheres não querem mais ser mulheres, mas homens, e em vez de mães, patroas. É triste mesmo e quem sofre são as famílias ausentes de pais trabalhando e mulheres trabalhando. Não estou falando que não existem exceções, mas não se devem tornar essas exceções em regras. Na questão de pastora, é um princípio quebrado e não uma questão de exceção. A mulher que toma algo por ela que Deus proíbe não é uma exceção, mas um erro, uma desobediência, e quem sofre é a igreja.

Eu vejo que realmente o papel da mulher hoje na igreja e na família é algo muito desprezado. Ninguém olha com bons olhos para a esposa do pastor servindo em silêncio ou a mãe que opta por viver sem alguns confortos na vida para poder ficar em casa e criar seus filhos. Infelizmente isto é algo banalizado até na própria igreja. É errado de como nós não honramos as mães, as donas de casa. Eu fico triste em pensar como a sociedade sorri delas; eu choro em pensar como a igreja despreza elas. Mas elas estão certas ainda estando na minoria.

Deus criou a mulher perfeitamente para fazer o seu papel de esposa e mãe; de dar suporte, mas de liderar não cabe ao chamado dela. E isso nos leva a perguntar: “E se uma mulher se sente chamada?” Creio mesmo que tem mulheres que sintam chamados a serem pastoras e bispas e apóstolas. E baseado no que eu tenho ouvido sendo pregado nos púlpitos, eu nem duvido que muitas mulheres são mais capazes de ensinar e pregar melhor do que os próprios homens. Mas, essa não é questão. A questão é, “É Bíblico?” E a resposta é NÃO; fim da história. E se uma mulher sente chamada, não é Deus chamando, pois a vocação de pastor é tanto espiritual como Bíblica. O mesmo Espírito que chama também escreveu a Bíblia. E não tem como o Espírito chamar alguém para fazer o que a Bíblia proíbe. O Espírito nunca se contradiz.

Eu entendo bem que essa posição não é muito popular hoje em dia, mas é Bíblico e isso é a única coisa que eu quero saber. E enquanto nós brigamos por direitos que não existem na Bíblia e defendemos práticas anti-Bíblicas encontradas nas nossas igrejas, o fim não pode ser benção. Não tem como semear erro e pensar que vai dar em algo de valor. Não vai.

Se a igreja tem esperança de não ser totalmente abandonada pelo Espírito de Deus que se ofende a cada dia com as estruturas anti-Bíblicas, temos que voltar aos seus princípios e começar na liderança e isso vai incluir tirar aquelas em lugares que não devem estar.

Me fala, o que é pior, ofender pessoas que estão em lugares errados ou ofender Deus que fala que estão em lugares errados deixando elas lá?



Pr. Jeff