quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Como conseguir um bom status na sociedade.


“...E precedendo a honra vai a humildade” Pv15.33b

Estamos em uma época em que a cada dia os valores são invertidos, as pessoas se esquecem da palavra de Deus que é rica em excelentes conselhos.

Por onde andamos vemos pessoas buscando honras e status em vários lugares incluindo nossas Igrejas, os homens querem ser vistos, honrados, venerados e homenageados pelos homens, mas infelizmente buscam esse tipo de status social da maneira errada.

O Senhor Jesus nos ensina que se quisermos ser grande, temos que ser pequeno, se quisermos ser galardoados, temos que fazer sem que alguém perceba. Existe uma grande lição nesse ensino do mestre, não importa o que os homens digam ou vejam, o que importa é que o Todo-poderoso contempla as nossas atitudes, sejam elas boas ou más e Ele nos dará a devida recompensa.

Analisando Pv.15.33b vemos um grande imenso conselho àqueles que querem ser honrados. Vemos que antes da honra caminha a humildade, virtude essa que muitos não querem ter, nem a desejam, pelo fato de acharem que assim serão vistas como pessoas ingênuas e “bobinhas”, mal percebem que os que assim se comportam hão de adquirir honras e respeito porque na realidade a nossa geração está carente de pessoas com caráter e honestidade, qualidades mais procuradas pelas pessoas da nossa geração.

Quer ser honrado? Seja humilde, nunca busque glórias que não lhes pertencem, seja sincero consigo mesmo assumindo seus erros e procurando sempre consertá-los, busque ajudar aqueles que estão precisando.

O Apóstolo Paulo, baseando-se nas escrituras sagradas deixou escrito no livro de Filipenses 2.3 “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmos

Que Deus, pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo no dê mais da sua graça e da sua glória sobre nossas vidas. Amém!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Inferno é necessário!

Eu estava nesssa semana fazendo algumas pesquisas pela net e me deparei com uma pregação bem diferente com a dos nossos dias. Porque hoje em dia todo mundo gosta de ouvir mensagens que amassagiam nosso "ego" e acabamos nos esquecendo de verdades que a bíblia fala e não pregamos, estou falando da doutrina do Inferno e olha o que eu encontrei! Vale a pena assistir, quer dizer se você gosta de conhecer as verdades bíblicas.


Tim Conway - O inferno é necessário? from Portal Testemunho on Vimeo.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Prosperidade!

Uma doutrina muito pregada em nossos dias e pouco compreendida é a doutrina da prosperidade,
infelizmente muitos entendendem pouco sobre esse assunto, devido a tantos ensinos errôneos sobre tão sublime tema.
Mas, o que é prosperidade?
Segundo alguns dicionários da língua portuguesa diz que: "Prosperidade: s. f. 1. Qualidade ou estado do que é próspero. 2. Felicidade; ventura."
muitos querem relacionar a prosperidade com posição social ou financeiro quando na realidade a prosperidade está ligada felicidade e quando nós falamos em felicidade entendemos que dinheiro não traz felicidade, lar, saúde, comunhão e autenticas amizades. Esses fatores são descritos na vida de uma pessoa verdadeiramente próspera, ela é completa. Logo entendemos que se prosperidade estivesse relacionado a bens e posição social não existiria ricos infelizes, empresários desesperados e executivos tendo que fazer tratamentos com psicólogos para vencerem dois males do século XXI; stress e depressão.

Na biblia encontramos diversas passagens onde o senhor Jesus chama todo e qualquer ser humano que encontra-se em estado de infelicidade (Is 40.29, Mt11.28). Ele "veio buscar e salvar o que se havia perdido" (Mt.18.11 e Lc19.10), veio dar a vida ao homem (Jo1.4, 6.48, Mt10.39). mas se sabemos que ele é quem pode ar a verdadeira prosperidade (felicidade) o que eu tenho que fazer receber a verdadeira prosperidade?

1. - Ouvir a palavra de Deus
2. - Guardar a Palavra de Deus
3. - Praticar a Palavra de Deus

Existem diversas promessas na bíblia para aqueles que obedecem a Deus e a sua Palavra e uma delas é a promessa de prosperidade (Deuteronômio 28)

Então meu irmão e minha irmã pare de dar ouvidos a falsos profetas que prometem que você será prospero somente se você dar o "seu tudo" (material) dê ouvidos a palavra e a obedeça fazendo assim você será prospero e abençoado!


Adoração em Espírito e em Verdade


"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem",
(João 4: 23). Esta afirmação, embora bastante conhecida, ainda não é bem compreendida pela maioria dos brasileiros. Para compreendê-la, adequadamente, precisamos analisar em profundidade o significado individual das palavras utilizadas.

1- ADORAR: Muitas pessoas pensam que adorar é orar e cantar louvores. Na verdade isso é apenas cultuar; adorar é muito mais profundo do que isso. Veja que enquanto amar significa se relacionar com plena igualdade, seja na dor, na alegria etc; adorar significa se submeter e servir, seja na dor, na alegria etc. (quem ama, divide, compartilha; quem adora, se prostra, se submete aos ensinamentos e ordenanças com total confiança).

2- ESPÍRITO: A palavra espírito está relacionada à alma, à parte do ser humano que não tem aparência física, mas controla todo o corpo semelhantemente ao "software" nos computadores e robôs. Referir-se ao espírito é referir-se a parte não-aparente, porém, a mais importante.

3- VERDADEIRO: A palavra verdadeiro significa sem falsidade, sem hipocrisia; de coração puro.

Então, a afirmação: "Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito..."; em palavras mais simples poderíamos traduzir assim: os verdadeiros servos servirão ao Pai com o interior da alma, isto é, por vontade própria e sem produzir aparências inúteis tais como discursos demagogos, orações repetitivas, histerias em praça pública, etc.

Já a segunda afirmação: "Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai... em verdade"; poderíamos traduzir assim: os verdadeiros servos servirão ao Pai...sem falsidade, sem hipocrisia e de coração puro, isto é, por entendimento e convicção e não por obrigatoriedade desta ou daquela tradição.

Portanto, não é pelo que aparentamos nem pela obediência cega que faremos a vontade do Pai. O verdadeiro adorador segue a orientação de Deus buscando uma conduta pura e irrepreensível independentemente dos costumes desta ou daquela Denominação. O extremismo, tanto no que diz respeito ao tradicionalismo religioso, quanto no que diz respeito a alucinações espiritualistas, não representa a vontade de Deus.

Sendo assim, se não é pela parte aparente que Deus nos avalia, então de que maneira poderemos identificar as pessoas que fazem realmente a vontade do Pai?

Na verdade, analisando apenas as aparências fica muito difícil de identificá-las; o verdadeiro cristão não se preocupa em produzir aparências. Observe a orientação de Jesus Cristo descrita em Mt. 5.3-7: "... quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita;... E, quando orardes, não sejais como os hipócritas;... Mas tu, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como...". Portanto, não temos a capacidade e a legitimidade de julgar e condenar esta ou aquela pessoa por não possuir a "aparência cristã" que nós esperávamos. Precisamos meditar sobre isso antes de intentarmos julgar quem vai para o céu e quem vai para o inferno, seja ao nosso redor, seja na nossa cidade, na nossa nação ou nas nações estrangeiras. Não podemos esquecer que é pelo fruto que se conhece uma árvore, e não pela sua aparência.

Cristãos, as afirmações feitas aqui são para análise e meditação, a intenção é ajudar a esclarecer (tornar claro, iluminar) jamais confundir. Cordialmente


Fonte:http://protestantes.renascebrasil.com.br

domingo, 9 de maio de 2010

A origem do dia das mães.

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.


Ana Jarvis



Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.


Texto compilado das seguintes fontes

- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site

- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 199

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Lição 6 A soberania e autoridade de Deus

Leitura Bíblica em Classe
Jeremias 18. 1-10


Introdução
I. A visita a casa do oleiro
II. A soberania de Deus
III. O crente e a vontade de Deus

Conclusão

A Soberania de Deus, a Eleição Divina e a Perseverança do Crente

Prezado professor, o tema na lição deste domingo é “A Soberania e a Autoridade de Deus”. Soberania, em teologia, é classificada como um atributo (ou perfeição) de Deus, inerente somente a Ele (Onipotência, Oniciência, Onipresença, Eternidade, Imutabilidade e Soberania). O termo significa “principal, chefe, supremo”. Soberania refere-se à Deus como o Ser Supremo do universo, está relacionada a poder, ou seja, Deus é o poder supremo do universo. As Escrituras revelam como Ele exerce esse poder. São nos desdobramentos escriturísticos que naturalmente a doutrina da soberania passa a ter uma perspectiva soteriológica: A Eleição Divina e a Perseverança do Crente. Esses dois assuntos, que serão tratados neste subsídio, são desenvolvidos a partir do conceito principal da soberania de Deus.

A Eleição Divina[1]

Precisamos notar as ênfases de Paulo. Uma delas é que ser filho de Deus depende da livre e soberana expressão de sua misericórdia, e não de algo que sejamos ou façamos. Paulo enfatiza a misericórdia divina que inclui os gentios juntamente com os judeus (Rm 9.24-26; 10.12). O calvinismo entende que esse trecho bíblico afirma a doutrina de uma escolha arbitrária de Deus, que não leva em conta a responsabilidade e participação humanas. Essa, porém, não é a única possibilidade. Na mesma seção bíblica (Rm 9 – 11), surgem evidências da participação e responsabilidades humanas (Rm cf. 9.30-33; 10.3-6,9-11,13,14,16; 11.20,22,23). Paulo afirma: “Deus, pois, compadece-se de quem quer e endurece a quem quer” (9.18). Diz ainda que Israel havia experimentado “o endurecimento em parte” (11.25), mas o contexto parece relacioná-lo à sua desobediência, obstinação e incredulidade (10.21; 11.20). Além disso, Paulo declara que a razão por que “Deus encerrou a todos debaixo da desobediência é “para com todos usar de misericórdia” (11.32). Portanto, não somos forçados a uma única conclusão, isto é, à eleição incondicional.

A Perseverança do Crente[2]

[...] “Jesus (Jo 10.28) está nos dizendo o que vai acontecer: as suas ovelhas não perecerão. Então, pode-se entender que a Bíblia diz que poderíamos apostatar, porém, mediante o poder de Cristo para nos conservar, isso não nos acontecerá”.
Se tal pode acontecer, por que a possiblidade existiria somente em hipótese? Erikson e a maioria dos calvinistas referem-se a Hebreus 6.9 como evidência: “Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim falamos”. Semelhante justificativa fica sendo tênue à luz de Hebreus 6.11,12: “Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança; para completa esperança; para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que, pela fé e paciência, herdam as promessas”. Continuar na fé e na prática confirma nossa esperança e herança. É realmente possível fazer uma exegese de Hebreus 10.26-31, mesmo a despeito do v. 39, de modo a concluir que se refira meramente a uma possibilidade lógica, e não real?
Prosseguindo o raciocínio, citemos a advertência de Jesus: “O amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 24.12,13). Ele diz que olhar para trás nos torna indignos do Reino (Lc 9.62) e adverte: “Lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32). Jesus diz ainda que, se a pessoa não permanecer nEle, será cortada (Jo 15.6; cf. Rm 11.17-21; 1 Co 9.27). Paulo diz que podemos ser alienados de Cristo e cair da graça (Gl 5.4); que alguns naufragaram na fé (1 Tm 1.19); que alguns abandonarão (gr. aphistêmi) a fé (1 Tm 4.1); e que “se o negarmos, também ele nos negará” (2 Tm 2.12). O escritor aos Hebreus diz que “a casa [de Deus] somos nós, se tão-somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” (3.6); que devemos cuidar para que ninguém entre nós tenha “um coração mau e infiel, para se apartar [aphistamai] do Deus vivo” (3.12); e que “nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim” (3.14).

Professor, uma das grandes tentações de pregadores ou expositores bíblicos é dar ênfase absoluta a uma determinada doutrina bíblica (inclinação para cura, seus pressupostos bíblicos se interessam apenas por cura; inclinação para escatologia, seus pressupostos tendem a uma leitura bíblica escatológica, e assim por diante). Os textos acima enfatizam bem o equilíbrio bíblico sobre o assunto “Soberania de Deus”. Nunca houve contradição entre soberania e livre-arbítrio. A história da salvação denota a ação e a eleição de Deus (por meio do Espírito Santo) na salvação do homem, mas deste, se espera a manifestação do fruto de Arrependimento e Fé.
Antes de defendermos a escola teológica A ou B, sejamos bíblicos e cristocêntricos. Veremos que na verdade a soberania de Deus não anula a responsabilidade humana na perseverança de fé em nossa peregrinação. Professor, mostre ao seu aluno a necessidade de desenvolver a perspectiva do Evangelho integral (o Evangelho todo, para o homem todo). Incentive-o a meditar em todas as passagens supracitadas acima, e ajude-os no desenvolvimento de uma leitura coerente e meditativa da Bíblia na iluminação do Espírito Santo. Boa aula!

Referência Bibliográfica

HORTON, Stanley (ed.). Teologia Sistemática, Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD.
Sugestão de Leitura para interpretação do texto Bíblico
BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica Fácil e Descomplicada. Rio de Janeiro, CPAD.

[1] Extraído da obra “Teologia Sistemática, Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD, p. 362, 3”.
[2] Ibid., p. 375, 6

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Em Roraima, evangélicos apóiam projeto que proíbe o uso da Pulseira do “sexo”

O presidente da Ordem dos Ministros Evangélicos de Roraima, (OMER), apóstolo Adriano Melo, elogiou a iniciativa dos vereadores da Câmara Municipal de Boa Vista que aprovaram nesta semana o projeto de lei que proíbe a comercialização e uso de adereços coloridos conhecidos como ‘pulseiras do sexo’.

Segundo ele, o uso das pulseiras estimula a prática da violência e surgiu como uma estratégia para a desmoralização dos princípios éticos e morais, quando o sexo é estabelecido sem o compromisso de um relacionamento familiar, no caso o casamento.

“Qualquer desvio do propósito de Deus gera prejuízos para as famílias. No caso destas pulseiras, evidenciou-se que a estratégia é usada para a prática da maldade, da violência contra os jovens e consequentemente gera uma série de problemas para as famílias, para a sociedade de forma geral” destacou o apóstolo.

A partir do momento em que for sancionada a lei, estará proibida a venda de ‘pulseiras do sexo’, assim como o seu uso entre crianças e adolescentes menores de 18 anos, especialmente alunos e servidores, nas dependências das escolas e nos demais órgãos públicos.
“É preciso elogiar a iniciativa dos vereadores que aprovaram o projeto e que conta com o apoio do pastores evangélicos de Roraima. É uma medida que visa à proteção da família, a proteção da juventude”, concluiu

Fonte: BVNews